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5 CASOS DE ESPIONAGEM ENTRE MARCAS QUE VOCÊ USA OU JÁ USOU

Essas foram algumas das companhias que foram vítimas de espionagem ou que deixaram os escrúpulos de lado e espionaram a concorrência.

  • Samsung X LG

Além de “vizinhas” em Seul, na Coreia do Sul, Samsung e LG competem ferozmente há quase 50 anos. Trocas de farpas são comuns. Em 2012, seis funcionários da LG foram detidos, acusados de terem furtado detalhes técnicos dos displays da rival. Segundo o site The Verge, eles teriam recebido US$ 168 mil pelos dados. Em 2013, porém, foi a vez de a LG acusar a adversária.

  • Apple X Samsung

Na maioria dos smartphones, se você der dois toques na tela, irá centralizar ou aproximar uma imagem. Os da Samsung são um bom exemplo. O problema? A Apple registrou esse e diversos outros recursos de interface como exclusivos do iPhone e do iPad. Ganhou uma indenização de US$ 1 bilhão por violação de patente – uma quantia inédita nesse tipo de caso.

  • Nike X Adidas

Em 2014, três designers da Nike se demitiram para criar um escritório cujo principal cliente seria a Adidas. Segundo o processo que a Nike abriu contra eles, teriam prometido informações privilegiadas para a concorrente e ainda teriam copiado milhares de documentos da empresa, como testes de performance e estratégias de marketing. Além disso, um deles, enquanto ainda trabalhava na Nike, criou em segredo uma linha de calçados e roupas chamada Moonwalker, inspirada em Michael Jackson e que, segundo suas previsões, poderia render US$ 93 milhões em seis meses.

  • Unilever X P&G

A Unilever (dona de marcas como Dove e Lux) e a Procter & Gamble (lar de marcas como Gillette e Pantene) se copiam desde que iniciaram a “guerra dos sabonetes”, nos anos 90. Em 2001, detetives da P&G foram flagrados fuçando o lixo da concorrente em busca de novas fórmulas capilares. A Unilever não levou o caso à Justiça, mas pediu US$ 10 milhões.

  • Gillette X Bic

Sentindo-se subestimado onde trabalhava, o engenheiro Steven L. Davis quis se vingar. Como a linha de barbeadores Mach3, da Gillette, era terceirizada pela sua firma, decidiu vazar o projeto completo via fax para vários competidores, como a Bic. Se deu mal: a Bic não estava interessada no jogo sujo e usou essas mesmas mensagens para denunciá-lo ao FBI.

Hoje existem tecnologias avançadas que são capazes de bloquear gravadores e compartilhadores de voz e vídeo, minimizando muito o risco de espionagem industrial e corporativa.

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Fontes: EXAME.com, Superinteressante

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